Próteses dentárias digitais no SUS: scanner, impressão 3D e CAD-CAM
O Ministério da Saúde pactuou na Comissão Intergestores Tripartite a entrada da odontologia digital nos Laboratórios Regionais de Próteses do SUS: scanner intraoral, impressão 3D e fluxo CAD-CAM. É uma virada tecnológica na maior rede pública de reabilitação oral do mundo — e um recado para toda a Odontologia.
Assistir no YouTubeEsta edição em vídeo, com narraçãoScanner, impressão 3D e CAD-CAM entram no SUS
Os Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias passam a incorporar scanners intraorais, impressoras 3D e softwares de desenho digital. Para viabilizar o fluxo CAD-CAM, o custeio mensal sobe 30% e foram criados seis novos códigos de procedimento. Há ainda incrementos de equidade para povos e comunidades tradicionais e população em situação de rua.
1,2 milhão de próteses por ano
O SUS disponibiliza cerca de 1,2 milhão de próteses dentárias por ano, apoiado por 3 mil Laboratórios Regionais, 1,2 mil Centros de Especialidades Odontológicas e 34,5 mil equipes de Saúde Bucal na atenção primária — com capacidade para atender cerca de 105 milhões de brasileiros. A digitalização chega, portanto, à maior rede pública de reabilitação oral do planeta.
Fluxo mais rápido, preciso e acessível
Na prática, o desenho digital com impressão 3D encurta etapas, reduz retrabalho e melhora a adaptação da peça — com priorização das populações mais vulneráveis. Para o cirurgião-dentista, é o sinal de que dominar o fluxo digital deixou de ser diferencial de consultório premium: virou competência esperada também no serviço público.
O recado: Quando a maior rede de saúde bucal do mundo adota scanner e impressão 3D, a mensagem é clara: o futuro da reabilitação oral é digital — e público. Vale acompanhar os seis novos códigos e se preparar para o fluxo CAD-CAM. Compartilhe e marque aqui nos comentários quem vai gostar de ver essa notícia.
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